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Para marcar o Dia Internacional da Mulher Trabalhadora, neste 08 de março, republicamos a análise marxista de Fred Weston sobre as origens da opressão das mulheres e suas raízes no nascimento da sociedade de classes. Este artigo foi originalmente publicado na edição nº 41 da revista In Defence of Marxism — a revista teórica trimestral da Internacional Comunista Revolucionária.

Em 4 de março, o Secretário do Interior dos EUA, Doug Burgum, visitou a Venezuela. O motivo da visita? Burgum, além de ser Secretário do Interior, lidera o recém-criado Conselho Nacional de Dominação Energética, um conselho criado por Trump com o objetivo de garantir "que os Estados Unidos sejam o país dominante em questões energéticas."

Vários países da América Latina estão cancelando os programas de auxílio médico que recebem de Cuba, após a pressão contínua dos EUA para estrangular a ilha. Enquanto os EUA incendeiam o Oriente Médio, denunciam as 'atrocidades' cometidas por uma das principais exportações de Cuba: a saúde.

Embriagado pelo êxito na Venezuela, Trump pensou que os mesmos métodos poderiam ser usados ​​para forçar o Irã à submissão. Ou uma força naval ameaçadora cercando o país levaria à capitulação, ou um ataque de decapitação rápido e certeiro produziria uma mudança de regime através da ascensão de uma nova liderança disposta a acatar as exigências imperialistas (uma "Delcy em Teerã", como alguns dizem).

A Espanha se viu no centro das atenções globais em meio à guerra imperialista dos EUA e de Israel contra o Irã. Tendo se oposto publicamente à campanha genocida de Netanyahu em Gaza e ao sequestro de Nicolás Maduro na Venezuela, Pedro Sánchez e o governo espanhol se opuseram enfaticamente à campanha militar criminosa contra o Irã. Assim como ocorreu com a campanha militar de Israel contra Gaza, Sánchez está sendo retratado pela opinião pública internacional como o líder ocidental mais corajoso e audacioso a se opor abertamente à guerra de Trump-Netanyahu. O que isso significa e qual posição nós, comunistas, devemos defender?

Na manhã de sábado, 28 de fevereiro, Teerã foi abalada por uma série de fortes explosões quando mísseis americanos e israelenses atingiram a capital do Irã. Nuvens de fumaça também foram vistas pairando sobre Teerã, Qom e outras cidades iranianas, anunciando o início da guerra.

Em janeiro deste ano, dois dias depois de Trump bombardear a Venezuela e sequestrar seu presidente, Nicolás Maduro, a Arábia Saudita bombardeou o sul do Iêmen e sequestrou a direção do Conselho de Transição do Sul (STC). Isso desencadeou uma série de eventos, e agora uma falha geológica se abriu ao longo do Mar Vermelho, estendendo-se para oeste até o Marrocos e para leste até o subcontinente indiano. Dois campos hostis estão frente a frente – ambos compostos por aliados dos EUA!

Mais uma vez, os olhos do mundo estão fixos em cada palavra e gesto do homem na Casa Branca, Donald J. Trump. Com um terço de toda a Marinha americana reunida na região, e com Trump oscilando entre ameaças e apelos à negociação, a pergunta que não sai da boca de milhões é: haverá guerra com o Irã?

Esse artigo foi elaborado pelos camaradas da célula do Espírito Santo da ICR – Brasil, em setembro de 2025, em preparação ao Congresso Nacional realizado em novembro. Publicamos agora este artigo, pois entendemos que ele lança luz sobre como o capital chinês vem penetrando no Brasil e na América Latina, obviamente isso traz consequências políticas importantes.

Em 12 de fevereiro, as principais confederações sindicais da Índia, incluindo a AITUC (Congresso de Sindicatos de toda a Índia), CITU (Centro de Sindicatos da Índia), INTUC (Congresso Nacional Indiano de Sindicatos) e HMS (Assembleia Operária da Índia), além de federações setoriais (como a Associação de Trabalhadores Bancários de toda a Índia) e organizações de agricultores, realizaram conjuntamente uma greve geral nacional. Os líderes trabalhistas afirmam que 300 milhões de pessoas participaram. Mas qual é o balanço da greve? E para onde vamos a partir daqui?

Não é exagero dizer que o maior escândalo político de todos os tempos está se desenrolando diante de nossos olhos. A magnitude das revelações de Epstein não é apenas impressionante — ela não tem paralelo na história da sociedade de classes. Nunca antes a classe dominante global teve seus mecanismos internos mais sujos e obscuros expostos publicamente dessa maneira. Nenhum escândalo jamais envolveu uma parcela tão ampla da elite financeira e política mundial e suas instituições dominantes.

A 16ª edição da Escola de Inverno Marxista de Montreal foi um evento marcante para o comunismo em Quebec e no Canadá. O evento recebeu avaliações extremamente positivas dos participantes, e o clima refletia a seriedade deste momento histórico — com todos os 750 presentes mais determinados do que nunca a aprender e fortalecer as forças do comunismo.

Em 17 de fevereiro de 2026, a já fragilizada República do Peru acrescentou um novo capítulo à sua longa história de instabilidade política. O Congresso, com 75 votos a favor, aprovou a censura e a destituição do presidente José Jerí, que havia assumido o cargo apenas 130 dias antes, após a saída de Dina Boluarte. O motivo? Um escândalo conhecido como "Chifagate": encontros clandestinos entre o presidente e empresários chineses, que levantaram suspeitas de corrupção.