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A Revolução Bolivariana da Venezuela foi um momento decisivo na história da luta de classes. Foi um raio de luz nos anos sombrios que se seguiram ao colapso do stalinismo. Muito antes da crise financeira de 2008, do Occupy (nota do tradutor: movimento de ocupação de praças em 2011 contra Wall Street e o 1% mais rico da população), do BLM [Black Lives Matter, movimento Vidas Negras Importam] ou da ascensão de Sanders ou Mamdani, a Revolução Bolivariana deu credibilidade ao anticapitalismo, ao anti-imperialismo e ao socialismo.

No final de novembro, a Câmara dos Deputados e o Senado Federal, sob pressão das massas, se viram obrigados a aprovar por unanimidade a isenção do Imposto de Renda para quem ganha menos de R$ 5 mil, e quem está na faixa de R$ 5 mil até R$ 7.350 receberá descontos proporcionais. Lula sancionou a lei imediatamente após a aprovação nas duas casas. Para compensar a renúncia fiscal, isto é, o valor que deixará de ser arrecadado, o governo propõe a taxação dos super-ricos. A estimativa é que os trabalhadores isentos do IR economizem cerca de R$

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“Essa decadência intelectual atingiu seu ponto mais baixo nas figuras dos líderes políticos da Europa. Eles conduziram este continente, outrora poderoso, diretamente a um abismo de declínio econômico, cultural e militar, reduzindo-o a um estado de completa impotência.

Estamos no dia 28 de novembro, uma tarde de sexta-feira. A sede do Partido Comunista Revolucionário (PCR) em Estocolmo está super movimentada. Pilhas de caixas de livros estão organizadas em filas, que são organizadamente coletadas pelos camaradas da célula universitária do PCR de Estocolmo, utilizando dois carrinhos para a tarefa. Em outras salas, pessoas estão ensaiando suas contribuições para a discussão do fim de semana, alguns preparando artigos – visitantes de outras cidades estão conhecendo o local.

Na tarde de 10 de dezembro, um helicóptero militar dos EUA assumiu o controle de um petroleiro que vinha da Venezuela. Não contente com esse ato de pirataria, quando questionado sobre o que os EUA fariam com o petróleo transportado, Trump respondeu casualmente: "Bem, vamos ficar com ele, suponho", como alguém que encontrou uma nota de dez dólares no chão. Isso representa uma grande escalada na campanha de agressão imperialista dos EUA contra a Venezuela e a América Latina.

Em 27 de novembro, o presidente Pedro Castillo foi condenado a 11 anos, 5 meses e 15 dias de prisão pelo crime de conspiração visando uma rebelião, após seu anúncio (em 7 de dezembro de 2022) de dissolução do parlamento, reorganizar o sistema judiciário e convocar uma Assembleia Constituinte.

Já se passaram cinco meses desde o início de uma mobilização militar sem precedentes dos EUA no Caribe, com o objetivo de intimidar a Venezuela e também a Colômbia. Mais de 80 pessoas já foram mortas em ataques criminosos contra pequenas embarcações, que Washington alega serem de narcotraficantes. Mas, até agora, o objetivo de Trump – a mudança de regime na Venezuela – não foi alcançado. O que vem a seguir?

Trotsky já advertia em 1940 que a tentativa de resolver o “problema judaico” na Europa através da expropriação dos palestinos seria uma “armadilha sangrenta”. Essas palavras soam verdadeiras até hoje. Mas a verdadeira história de Israel-Palestina foi enterrada sob uma montanha de falsificações.

Que palavra conecta uma das obras teóricas mais famosas de Lênin a cereais de supermercado e microchips de silício; e a um popular jogo de tabuleiro doméstico, desenvolvido no início do século XX? A pista está no título: monopólio.

Militantes da Internacional Comunista Revolucionária de vários estados do Brasil se reuniram em São Paulo para um congresso convocado de forma emergencial. Seu propósito foi fundar uma nova seção brasileira da Internacional e realizar uma escola de quadros. Dezenas de delegados que haviam sido eleitos previamente em plenárias regionais tomaram parte nos trabalhos de 20 a 23 de novembro e iniciaram uma nova fase na história da ICR no Brasil.