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Arte, alienação e revolução
No cotidiano sob o capitalismo e a sociedade de classes, a grande maioria das pessoas se sente alienada da sociedade, inclusive de sua arte e cultura mais elevados.
Guerra contra o Irã provoca onda de greves na Índia
O fechamento do Estreito de Ormuz provocou uma crise energética na Índia. Esse aumento repentino e exorbitante no custo de vida desencadeou uma onda de greves em toda a Região Metropolitana de Délhi – uma vasta área metropolitana que engloba Délhi e seus distritos vizinhos – envolvendo quase cem mil trabalhadores. Esse movimento inspirador e espontâneo dos trabalhadores indianos é apenas um prenúncio do que está por vir.
Grã-Bretanha: Mandelson, eleições de maio e os mercados – a pressão aumenta para Starmer
Nestes tempos conturbados, tenhamos um pouco de compaixão pelo pobre Keir Starmer. O azarado primeiro-ministro britânico não tem um minuto de paz.
A Revolução em Portugal: A derrubada da Ditadura e O movimento dos trabalhadores
Depois de aproximadamente um quarto de século de ditadura fascista, a revolução em Portugal abriu uma nova etapa da revolução européia e mundial. Tendo sido iniciada como um pronunciamento ou golpe militar, demonstrou que existem reservas inesgotáveis de força e resistência nas fileiras da classe trabalhadora, devido ao seu papel na sociedade.
Guerra EUA-Irã: a República Islâmica se forja novamente
Há mais de um mês, ataques de Israel e dos EUA têm como alvo todas as principais cidades e províncias do Irã. Até 13 de abril, o Crescente Vermelho iraniano confirmou 2.076 mortes, em sua grande maioria de civis, mas o número real é muito superior, pois muitos estão sob os escombros.
A hipocrisia da posição "não à guerra" na "Mobilização Progressista Global" de Barcelona
Convocado sob os auspícios da "Mobilização Progressista Global" e sob a liderança do primeiro-ministro espanhol Pedro Sánchez, o quarto encontro "Em Defesa da Democracia" foi realizado em Barcelona de 17 a 19 de abril. A reunião foi presidida por Sánchez e contou com líderes nacionais proeminentes, como Claudia Sheinbaum, do México, Gustavo Petro, da Colômbia, e Lula, do Brasil, entre outros.
Uma catástrofe tipicamente britânica
Na próxima semana, o Partido Comunista Revolucionário na Grã-Bretanha dará início ao seu terceiro Congresso, onde centenas de comunistas se reunirão para discutir as perspectivas britânicas e as tarefas do partido. O secretário político, Rob, apresenta a versão preliminar do documento de perspectivas, que descreve os principais processos da luta de classes britânica. Este artigo foi originalmente publicado em 03 de abril, antes de o governo Starmer ser completamente assolado pelo escândalo Mandelson.
O assassinato de Chris Hani: um ponto de virada na luta revolucionária contra o apartheid
Em 10 de abril, sábado de Páscoa de 1993, Chris Hani, dirigente do Partido Comunista Sul-Africano (SACP) e chefe de gabinete do uMkhonto we Sizwe (MK), o braço armado do Congresso Nacional Africano (CNA), foi assassinado. Hani era um dos dirigentes de massa mais populares do movimento revolucionário antiapartheid, perdendo apenas para Nelson Mandela. Ele era visto por muitos – especialmente entre os jovens negros – como um contrapeso radical aos dirigentes moderados do CNA que negociavam com o regime do apartheid.
Hungria: as massas expressam seu ódio por Orbán, os húngaros tiveram as respostas que buscam?
Em 2022, o partido Fidesz (Aliança dos Jovens Democratas) de Viktor Orbán foi reeleito pela quarta vez consecutiva, com a maior percentagem de votos obtida por um partido húngaro desde 1989. Naquele momento, Orbán afirmou "conquistamos uma vitória tão grande que pode ser vista da lua, e certamente se pode ver desde Bruxelas". Quatro anos depois, e após 16 anos no governo, o Fidesz foi retirado do poder, perdendo 80 parlamentares desde as eleições anteriores.
A derrota de Trump no Irã e suas consequências globais
A guerra no Irã, que começou como uma aposta temerária por parte de Trump, está se transformando em uma significativa derrota estratégica para o imperialismo estadunidense, com importantes consequências para a economia mundial, para a posição dos Estados Unidos como potência global e para as relações internacionais em geral.
Bolívia: a Revolução Incompleta de 1952
A revolução de 9 de abril de 1952, na Bolívia, é sem dúvida uma das revoluções mais importantes da história. As contradições de classe existentes, na sociedade de capitalismo atrasado, na Bolívia exigiam uma mudança radical nas condições sociais e econômicas do país naquele momento — uma revolução proletária.
A classe, o partido e a direção: como organizar a revolução
O capitalismo parou de levar a humanidade para frente. Deveria ter sido derrubado há muito tempo pela classe trabalhadora. Por que não foi? A chave da resposta está no papel da direção e do partido revolucionário. Este artigo examina os diferentes lados dessa questão e as ricas lições do movimento da classe trabalhadora mundial.
Lições da Grécia
Em 2015, a política reformista foi posta à prova na Grécia em um confronto dramático contra as instituições do capital financeiro europeu. Neste artigo, Arturo Rodriguez faz uma análise desse período histórico para explicar as causas da crise, como as massas se mobilizaram para derrotar os pacotes de austeridade impostos ao país e como esse movimento inspirador foi traído pela direção do Syriza.
Escudo das Américas: Trump manobra para retomar o controle de todo o continente
Em 07 de março, 12 dos líderes latino-americanos mais reacionários reuniram-se no campo de golfe de Trump em Doral, Flórida, para inaugurar a parceria estratégica "Escudo das Américas". O evento marca um novo capítulo de subserviência nacional e dominação imperialista no continente.
Fechamento do Estreito de Ormuz: economia mundial na beira do precipício
A guerra entre os EUA e Israel contra o Irã e o subsequente fechamento do Estreito de Ormuz criaram uma crise na economia mundial e expuseram ainda mais as fissuras entre o imperialismo estadunidense e seus concorrentes, a Rússia e a China.
A guerra contra o Irã desestabiliza, divide e humilha a Europa
Economicamente devastadora e politicamente desestabilizadora, a guerra de Trump contra o Irã tem implicações catastróficas para a Europa. É um desastre que as potências em declínio e desindustrializadas do continente não podem de forma alguma suportar.
Dia de Ação Mundial: ‘Libertem Ehsan Ali! Tirem as mãos do CAA!’
Ontem, 02 de abril, centenas de comunistas revolucionários se reuniram em frente às missões diplomáticas do Paquistão em todo o mundo para exigir a libertação imediata de Ehsan Ali e de todos os outros membros presos do Comitê de Ação Awami em Guilguite-Baltistão. Não descansaremos até que a justiça seja feita!
Operação Epstein Fury: cai a máscara do Império americano
Aproximadamente 60% dos americanos se opuseram à guerra contra o Irã desde o seu início. Compare-se isso com os 90% de americanos que apoiaram a guerra contra o Afeganistão quando ela começou em 2001, e podemos ver de imediato a enorme mudança que ocorreu nos EUA nas últimas duas décadas.
Cessar-fogo no Irã: o recuo humilhante de Trump
“Vitória total e completa. 100%. Sem dúvida alguma.” Com essas palavras, Donald Trump descreveu o cessar-fogo de duas semanas com o Irã, anunciado na noite passada.
Escudo das Américas: nova iniciativa para fortalecer o controle imperialista na América Latina
No sábado, 7 de março, doze presidentes de países latino-americanos se reuniram com Donald Trump na Flórida. O objetivo formal do encontro foi a assinatura da chamada Carta de Doral, que estabelece uma coalizão regional de segurança para combater os cartéis de drogas e conter a migração. O método proposto para alcançar esses objetivos é o uso da força militar.
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