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  • Lições da Grécia

    Em 2015, a política reformista foi posta à prova na Grécia em um confronto dramático contra as instituições do capital financeiro europeu. Neste artigo, Arturo Rodriguez faz uma análise desse período histórico para explicar as causas da crise, como as massas se mobilizaram para derrotar os pacotes de austeridade impostos ao país e como esse movimento inspirador foi traído pela direção do Syriza.

  • Escudo das Américas: Trump manobra para retomar o controle de todo o continente

    Em 07 de março, 12 dos líderes latino-americanos mais reacionários reuniram-se no campo de golfe de Trump em Doral, Flórida, para inaugurar a parceria estratégica "Escudo das Américas". O evento marca um novo capítulo de subserviência nacional e dominação imperialista no continente.

  • Fechamento do Estreito de Ormuz: economia mundial na beira do precipício

    A guerra entre os EUA e Israel contra o Irã e o subsequente fechamento do Estreito de Ormuz criaram uma crise na economia mundial e expuseram ainda mais as fissuras entre o imperialismo estadunidense e seus concorrentes, a Rússia e a China.

  • A guerra contra o Irã desestabiliza, divide e humilha a Europa

    Economicamente devastadora e politicamente desestabilizadora, a guerra de Trump contra o Irã tem implicações catastróficas para a Europa. É um desastre que as potências em declínio e desindustrializadas do continente não podem de forma alguma suportar.

  • Dia de Ação Mundial: ‘Libertem Ehsan Ali! Tirem as mãos do CAA!’

    Ontem, 02 de abril, centenas de comunistas revolucionários se reuniram em frente às missões diplomáticas do Paquistão em todo o mundo para exigir a libertação imediata de Ehsan Ali e de todos os outros membros presos do Comitê de Ação Awami em Guilguite-Baltistão. Não descansaremos até que a justiça seja feita!

  • Operação Epstein Fury: cai a máscara do Império americano

    Aproximadamente 60% dos americanos se opuseram à guerra contra o Irã desde o seu início. Compare-se isso com os 90% de americanos que apoiaram a guerra contra o Afeganistão quando ela começou em 2001, e podemos ver de imediato a enorme mudança que ocorreu nos EUA nas últimas duas décadas.

  • Cessar-fogo no Irã: o recuo humilhante de Trump

    “Vitória total e completa. 100%. Sem dúvida alguma.” Com essas palavras, Donald Trump descreveu o cessar-fogo de duas semanas com o Irã, anunciado na noite passada.

  • Escudo das Américas: nova iniciativa para fortalecer o controle imperialista na América Latina

    No sábado, 7 de março, doze presidentes de países latino-americanos se reuniram com Donald Trump na Flórida. O objetivo formal do encontro foi a assinatura da chamada Carta de Doral, que estabelece uma coalizão regional de segurança para combater os cartéis de drogas e conter a migração. O método proposto para alcançar esses objetivos é o uso da força militar.

  • Tirem as Mãos de Ehsan Ali e do Comitê de Ação Awami: dia de ação internacional em 02 de abril!

    Ehsan Ali e outros importantes dirigentes do Comitê de Ação Awami na região de Guilguite-Baltistão, administrada pelo Paquistão, foram presos mais uma vez. A Internacional Comunista Revolucionária está organizando uma campanha global para garantir a libertação dos camaradas, começando com um dia de ação global em 2 de abril. Liberdade para Ehsan Ali! Tirem as Mãos do Comitê de Ação Awami!

  • Trump enfrenta dilema impossível enquanto o Irã ganha vantagem

    Quatro semanas após o início da guerra de agressão de EUA e Israel contra o Irã, os objetivos militares do imperialismo americano não apenas não foram alcançados, como parecem ainda mais distantes do que antes. Trump enfrenta uma situação impossível. Se ele minimizar as perdas e declarar vitória agora, isso representaria uma enorme humilhação para o imperialismo americano e um duro golpe pessoal. Mas qualquer tentativa de escalada estaria repleta de perigos e acarretaria sérios riscos, com escassas possibilidades de êxito. No momento, ele parece estar tentando fazer as duas coisas ao mesmo tempo.

  • Guerra Irã-Iraque: como a República Islâmica foi forjada

    Aproveitando uma oportunidade, em 22 de setembro de 1980, Saddam Hussein invadiu o Irã. As forças armadas iranianas haviam sido praticamente dissolvidas após a Revolução Iraniana de 1979, e a República Islâmica, com menos de um ano de existência, estava longe de ter consolidado seu poder. Os islamistas enfrentavam a árdua tarefa de reconstruir o Estado burguês iraniano, enquanto o poder permanecia, efetivamente, nas ruas.

  • A Revolução Cubana enfrenta seu período mais perigoso até hoje

    O bloqueio petrolífero decretado por Trump em 29 de janeiro está sufocando lenta, mas inexoravelmente, Cuba, que depende da importação de petróleo para 60% de sua produção energética. O governo cubano admitiu que estão ocorrendo negociações com os Estados Unidos, mas estas acontecem em um contexto de extrema chantagem imperialista. Como defender a Revolução Cubana?

  • México: O Comboio Nossa América e a necessidade de uma mobilização da classe trabalhadora para defender Cuba

    Cuba encontra-se hoje à beira de uma crise humanitária como consequência do bloqueio petrolífero imposto pelos Estados Unidos e sua campanha imperialista de ameaças e ataques contra a América Latina, com o propósito de recuperar seu domínio sobre a região e remover seus adversários econômicos e políticos: Rússia e China.

  • Eleições locais na França: França Insubmissa e Reunião Nacional ganham apesar da abstenção em massa

    O fato mais significativo do primeiro turno das eleições locais na França foi o altíssimo índice de abstenção (42,4%). Os políticos que se congratulam com um “aumento na participação” em comparação com as eleições de março de 2020 “esquecem” de mencionar que estas últimas ocorreram em meio à pandemia de COVID-19. Na realidade, há várias décadas observamos um aumento sistemático nos percentuais de abstenção: 21,6% em 1983, 30,6% em 1995, 36,4% em 2014 e 42,4% desta vez.

  • A guerra contra o Irã abala a Ásia

    A guerra no Oriente Médio, desencadeada pelo ataque em grande escala dos EUA e de Israel contra o Irã, desferiu um golpe devastador na economia mundial. A Ásia, embora não tenha responsabilidade alguma pela aventura imprudente de Trump e Netanyahu, está entre as mais afetadas pelas consequências econômicas. Enquanto a guerra continua sem perspectiva de fim, os trabalhadores asiáticos precisam estar preparados para resistir a qualquer tentativa da classe dominante de fazê-los arcar com os custos.