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  • Bolsonaro condenado, enquanto novas mobilizações de massas esquentam as ruas do Brasil

    No dia 12 de setembro de 2025, Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos de prisão pelos crimes de liderança de organização criminosa, tentativa de abolição violenta do Estado democratico de direito, golpe de Estado, dano contra patrimônio público nacional e deterioração de patrimônio tombado (patrimônio histórico).

  • Do Sri Lanka ao Nepal: lições da onda revolucionária

    Um dia, parece que um país está calmo e a camarilha dominante está firmemente entrincheirada no poder. No dia seguinte, as massas revolucionárias estão em frente ao prédio do parlamento em chamas. A polícia fugiu, os parlamentares fugiram e o primeiro-ministro também. As fotografias e vídeos que surgiram recentemente do Nepal são impressionantes. São também surpreendentemente semelhantes às cenas que já vimos antes: no Sri Lanka, em Bangladesh, no ...

  • Você é Comunista? Venha construir a Internacional Comunista Revolucionária no Brasil!

    Convocatória para o Congresso de Fundação da Nova Seção da ICR no Brasil, de 20 a 23 de novembro de 2025, na cidade de São Paulo

  • A guerra de Israel contra a verdade

    Os Repórteres Sem Fronteiras alertou que, "no ritmo em que jornalistas estão sendo mortos em Gaza pelo exército israelense, em breve não haverá mais ninguém para mantê-los informados". Gaza se tornou o lugar mais mortal para jornalistas no mundo. Mais de 270 jornalistas e profissionais palestinos da mídia foram mortos por Israel desde 7 de outubro de 2023.

  • Grã-Bretanha: a maior manifestação da direita em uma geração uma acusação contundente contra a esquerda

    A gigantesca manifestação “Unificar o Reino”, realizada no sábado, 13 de setembro, marca um ponto de inflexão. Alguns estão chamando esse evento de a maior manifestação de extrema-direita da história britânica. Este evento merece uma análise minuciosa, – porém sóbria.

  • Brasil: Enfrentar a agressão americana sem confiar no imperialismo chinês

    O Brasil enfrenta sua maior agressão externa desde o Golpe de 1964. O mesmo algoz imperialista que articulou e incentivou a Ditadura Militar, os Estados Unidos, impõe agora uma política protecionista de tarifas de 50% sobre a economia brasileira. Os objetivos alegados por Trump são a libertação do ex-presidente Jair Bolsonaro, saudoso daquela Ditadura Militar, e a suposta “correção de maus tratos” a empresas americanas de tecnologia.

  • França: o êxito de 18 de Setembro – e agora?

    A mobilização de 18 de setembro foi massiva. Envolveu mais de um milhão de manifestantes, inúmeros bloqueios e muitas greves nos transportes, na educação e em outros serviços públicos. Quanto às hordas de "vândalos" profetizadas pelo Ministro do Interior, Bruno Retailleau, elas não apareceram.

  • A "bolha pontocom 2.0" pode estourar a qualquer momento

    Com a febre da Inteligência Artificial ​​impulsionando investimentos sem precedentes no setor de tecnologia, os apostadores de Wall Street estão correndo para assegurar um lugar na corrida do ouro. A especulação na NASDAQ é galopante, as ações de tecnologia estão sendo infladas muito além da lucratividade real e uma horda de empresas zumbis viciadas em criptomoedas foi lançada nos mercados. Uma correção colossal é apenas uma questão de tempo.

  • A privatização da CPTM e o fim do Serviço 710

    A privatização iniciada no governo João Doria (PSDB) deu um novo salto a partir do governo Tarcísio de Freitas (Republicanos). Depois de quatro anos de fracasso da concessão das linhas 8 e 9, com aumento de cerca de 400% no número de falhas, demissões em massa e um pesadelo sem fim para os passageiros, a partir do dia 28 de agosto chegou a vez da linha 7.

  • França à beira do abismo

    Em meio a tudo o que foi notícia na semana passada, desde os eventos revolucionários na Indonésia e no Nepal, até o assassinato de Charlie Kirk, uma grande crise política está se desenvolvendo na França, dando origem ao movimento Bloquons tout (Bloqueiem Tudo).

  • Desfile militar da China: um abrupto despertar para o imperialismo ocidental

    Por algum tempo, os desfiles militares se tornaram resquícios obscuros do passado. O imperialismo americano era poderoso demais. Qualquer outro país que exibisse seu poderio militar para o mundo apenas sublinharia a grande discrepância entre os EUA e todos os outros. Já não é mais assim.

  • Em defesa da dialética: uma crítica ao “Sobre a Contradição” de Mao

    Desde que Mao liderou a Revolução Chinesa de 1949 até a vitória, muitos revolucionários o veem como um guia. Neste artigo, Daniel Morley e Parson Young analisam o famoso ensaio de Mao, “Sobre a Contradição”, oferecendo uma visão geral de suas ideias principais, como elas correspondem à dinâmica real da Revolução Chinesa e se constituem ou não uma explicação precisa do método dialético marxista.

  • Nepal: governantes se encolhem de medo enquanto as massas tentam destruir o sistema

    Manifestantes incendiaram o parlamento federal, a Suprema Corte, escritórios de partidos políticos e residências de figuras importantes. O primeiro-ministro renunciou, seguido por vários ministros. O exército foi acionado para resgatar políticos em suas casas. Depois de anos de pobreza extrema, a juventude nepalesa chegou ao limite. Agora, ela entra em cena na história.

  • Depoimento de um trabalhador congolês: a face oculta do campo de mineração de Tenke Fungurume

    Publicamos aqui um relato de testemunha ocular, enviado por Maurice Odingo, secretário-geral do Comitê de Kinshasa, sobre as condições enfrentadas pelos trabalhadores de uma das mais importantes produtoras de cobre e cobalto da República Democrática do Congo. O texto revela tanto a realidade brutal vivida pelos mineiros congoleses quanto o caráter atual da presença da burguesia mafiosa chinesa na África, desmontando os argumentos daqueles que defendem o chamado socialismo chinês, seu suposto anti-imperialismo, bem como noções como o Sul global e outras interpretações distorcidas da realidade.

  • Indonésia: a roda da revolução girou

    Dentro de uma semana, o que começou como manifestações de caráter semi-insurrecional transformou-se em uma aberta insurreição revolucionária que não dá sinais de parar. Não se trata apenas de derrubar prédios governamentais e delegacias de polícia, mas, mais importante ainda, de despedaçar a letargia de massas que manteve o povo acorrentado. Uma revolução começou.